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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Algumas descobertas em Neurociências
A explosão dos conhecimentos sobre nosso órgão de aprendizagem vem do avanço das descobertas em neurociências ocasionado pelo avanço das novas tecnologias. Os anos abaixo relacionados são alguns elementos de referências para nos situar no espaço-tempo. Essas informações, a seguir, provêm do [site] que está na nota de rodapé de n° 8 “compreender o cérebro, um século de neurociências”(8) .
Observe:
1985 – 2000: Destaque e estudo da plasticidade cerebral (capacidade de aprendizagem, reorganização e adaptação) que permite ao cérebro humano realizar performances extraordinárias;
Os anos 1990: considerado como a década do cérebro. Desenvolvimento da biologia molecular. Identificação e clonagem de neuromediadores, receptores e canais iônicos. Melhor compreensão da fisiologia intracelular e dos mecanismos intrínsecos dos neurônios. Atualização e desenvolvimento da imagiologia funcional do cérebro que permite ver o cérebro humano em ação. Em 1992, foram observadas as primeiras imagens do cérebro através do IRMf (Imagem por Ressonância Magnética Funcional);
1996 – Primeiro transplante de neurônios em pacientes com distúrbio neurológico hereditário, caracterizado pela falta de coordenação e movimentos corporais anormais. (George Huntington é um médico americano, 1850-1916) (equipe de científicos franco/belga);
1999 – Descoberta da capacidade de divisão de certas células dentro do cérebro adulto;
2000 – Arvid Carlsson, Paul Greengard e Eric Kandel – Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina para o conjunto de seus trabalhos e contribuição na descoberta, envolvendo a comunicação e transmissão de sinais entre células nervosas no cérebro e o papel da dopamina na doença de Parkinson;
2000 – Descoberta das células-tronco;
Anos 2000 – Emergência da noção de « big data » ou « megadados » para armazenar e processar a massa de dados disponíveis na Internet, incluindo os dados da Biologia e os da Neurobiologia;
2001 – Publicação da sequência do genoma humano;
2003 – Laureados com o Nobel de Fisiologia e Medicina, os cientistas Peter Mansfield e Paul Lauterbur por seus trabalhos sobre o IRM, iniciados nos anos 1970;
2004 – Richard Axel e Linda Buck – Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina por seus trabalhos sobre a decodificação genética dos receptores de odores e a organização do sistema olfatório;
2008 – Primeira estimulação profunda para o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Esse método foi utilizado para tratar a doença de Parkinson ;
2010 – Avanços da optogenética. Termo que se refere às proteínas codificadas que respondem à luz para monitorar e controlar a atividade específica dos circuitos neurais;
2012 – Robert Lefkowitz e Brian Kobilka – Prêmio Nobel de Química por suas descobertas dos receptores acoplados às proteínas G, particularmente abundantes no sistema nervoso;
2013 – A Europa decide financiar (1,2 bilhões de euros) por um período de dez anos, o “Human Brain Project” que visa simular o funcionamento do cérebro, por computador. No mesmo ano, os Estados Unidos lança o “Brain Initiative”, dotado de 3 bilhões de dólares em dez anos, para mapear o funcionamento dos neurônios ;
2014 – Yasuo Kurimoto e sua equipe fazem o primeiro transplante de célula-tronco para tratar a DMRI (Degeneração/Degenerescência Macular Relacionada à Idade) ;
2014 – John O’Keefe, May-Britt Moser e Edvard Moser – Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina por sua descoberta do sistema de posicionamento espacial dentro do cérebro “place cells”, no hipocampo e “grid cells” no córtex entorhinal. Espécie de GPS Mental ;
2014 – Eric Betzig, Stefan W. Hell e William E. Moerner – Prêmio Nobel de Química pela invenção da “nanoscopia”, métodos de imagem em microscopia óptica que permite observar o funcionamento de objetos de tamanho inferior a 200 nm, ou seja, nano-estruturas celulares.
Esses são apenas alguns exemplos de descobertas, mas os pesquisadores em neurociências do mundo inteiro aceleram suas pesquisas. Desde que os cientistas se colocaram sobre o “chapéu neuro”, transformando-se em uma “grande família”, compartilhando suas experiências, fazendo uma análise coletiva de suas hipóteses e “erros”, os avanços têm sido consideráveis e cada dia surge novas descobertas. FONTE UEMA
Candida auris no Brasil.
'Superfungo' em alerta no Brasil preocupa mas não é ameaça como covid-19, diz infectologista.
Um homem hospitalizado na Bahia com covid-19 possivelmente foi infectado também por um fungo, tornando-se o provável primeiro caso de adoecimento por Candida auris no Brasil.
Ao emitir um alerta na segunda-feira (7/12) sobre a possível chegada da Candida auris ao Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou que trata-se de um "fungo emergente que representa uma séria ameaça à saúde pública". Descoberto em 2009, o fungo já se alastrou por mais de 30 países e causa preocupação por ser "multirresistente" a medicamentos e fatal em cerca de 39% dos casos.
Possivelmente vítima de duas novas doenças, uma causada por um vírus e outra por um fungo, o paciente baiano representa um futuro em que estaremos mais vulneráveis a patógenos que evoluem para nos infectar com maior eficácia e que ultrapassam todas as fronteiras, explica o médico infectologista Alessandro Comarú Pasqualotto, professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).
Em 2019, ele escreveu um texto, junto com a médica Teresa Cristina Sukiennik, da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, e com Jacques F. Meis, pesquisador na Holanda que vem se dedicando ao estudo do novo fungo, dizendo no título que a chegada do fungo ao país era só uma questão de tempo: "O Brasil está até agora livre da Candida auris, ou estamos perdendo algo?" (no original em inglês: "Brazil is so far free from Candida auris. Are we missing something?").FONTE BBC.NEWS BRASIL.Leia na íntegra https://www.bbc.com/portuguese/geral-55241938
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Telefone celular envia sinais por ondas de rádio
Na telefonia celular a voz é transformada em sinais elétricos que caminham como ondas de rádio. Como a onda viaja pelo ar, não é necessário fio. O celular recebe esse nome porque as regiões servidas pelo serviço foram divididas em áreas chamadas células. Cada uma delas possui uma estação radiobase, composta por uma ou mais antenas que captam as mensagens vindas dos aparelhos e, se necessário, as transfere para a Central de Comutação e Controle (CCC). A central, por meio de computadores, localiza o destinatário da ligação, se este não estiver na mesma célula, e completa a chamada. Para o computador localizar a posição de um celular, é preciso que o aparelho esteja ligado.
Se o proprietário de um celular viajar de um estado ou município para outro, quem telefonar não precisa saber onde ele se encontra. Basta ligar o DDD da cidade onde o celular é registrado e a ligação se completará. Quando de um celular se chama um telefone comum, a central transfere a ligação para a rede normal, que encaminha a chamada. Muitas vezes, mesmo’ em uma ligação entre celulares, o sinal pode passar pela rede telefônica comum para facilitar sua transmissão. As células variam de tamanho de acordo com o volume de ligações de uma regmo e com o relevo ou outros obstáculos às ondas de rádio. Se, durante uma conversação pelo celular, a pessoa estiver movimento e passar de 1 célula a outra, os computadores da CCC transferem automaticamente a ligação. Mas nem todo o está coberto por estações regiões onde elas não existem, o telefone simplesmente funciona. Também não é possível usar o celular em todos os países. É preciso que haja um convênio. No caso do Brasil, há um. tratado com os demais participantes do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai). Mesmo assim, antes de viajar é necessário avisar a central brasileira, para que as ligações sejam transferidas. Nos.Estados Unidos é impossível usar um celular brasileiro, uma vez que não existe acordo prévio.
Fonte Super Abril
Por que a água se expande ao congelar?
Por causa da geometria de suas moléculas. Quando a água está na forma líquida, elas ficam bem juntinhas umas das outras. Já no estado sólido, como gelo, acabam se separando. Isso acontece porque o gelo é formado por moléculas de água arranjadas geometricamente em forma de cristais. Quando elas se organizam dessa maneira, deixam mais espaços vazios entre os átomos do que no estado líquido, como mostram as ilustrações à esquerda. Assim, o gelo fica menos denso que a água, ao mesmo tempo que ocupa mais espaço que ela. Para se ter uma idéia, 1 000 quilos de água enchem um metro cúbico; com gelo, bastam 917 quilos. O surpreendente é que isso contraria a natureza, pois, em geral, os sólidos ocupam menos espaço que os líquidos.
Mas isso não significa que, quanto mais quente, mais densa fica a água. Sua densidade máxima ocorre, na realidade, aos 4 ºC. Nessa temperatura, os cristais já estão todos quebrados e as moléculas mais unidas do que nunca. “Acima de 4 ºC, o comportamento da água passa a ser o usual: quanto maior a temperatura, maior a agitação das moléculas. Aí, então, elas perdem densidade e ocupam cada vez mais espaço”, diz o químico Jorge Masini, da USP.
Fonte Super Abril.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Os males que a gordura trans causa no organismo.
A gordura trans é formada por um processo químico que pode ser natural (quando ocorre no estômago dos animais) ou industrial (quando óleos vegetais são transformados em gorduras sólidas com a adição de hidrogênio). Trans é um diminutivo de ácido graxo transverso. A substância é muito utilizada pela indústria para melhorar o aspecto, a consistência e a durabilidade dos alimentos. No entanto, não é bem digerida pelo organismo. Não fomos preparados para ingerir a gordura trans. Parece haver uma incapacidade do organismo em eliminá-la ? ela fica depositada no corpo. A gordura trans eleva o colesterol ruim (LDL), diminui o colesterol bom (HDL), aumenta a obesidade abdominal e o processo inflamatório no organismo e há um risco maior de desenvolvimento de diabetes. Isso pode predispor a um risco grande de aterosclerose. Também há evidências científicas de que o consumo excessivo esteja relacionado a uma maior incidência de câncer de mama.
Fonte: AGENCIA ESTADO - O ESTADO DE S.PAULO
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Desenvolvimento do Embrião Humano
O processo desde a fecundação até a nidação dura cerca de uma semana, sendo que a primeira divisão do zigoto ocorre nas primeiras 24 horas a seguir da fertilização.
Ovulação: A ovulação corresponde à primeira etapa do desenvolvimento embrionário. Quando o ovário libera um óvulo (na verdade é um ovócito secundário) para a tuba uterina, inicia o período fértil Fertilização: Se durante o período fértil, houver contato sexual e os espermatozoides encontrarem o óvulo, pode ser que um deles consiga fecundá-lo. Caso contrário, a mulher irá ter sua menstruação e recomeçará o ciclo menstrual até a nova ovulação Formação do Zigoto: Após a fertilização do óvulo há união do núcleos e do conteúdo genético e a formação do zigoto, que acontece na tuba uterina; Clivagens do Zigoto: Em seguida, o zigoto passa por muitas divisões (mitoses) e se encaminha para o útero Nidação: Até chegar no estágio chamado blastocisto, quando irá se fixar nas paredes do endométrio uterino, isso é chamado de nidação. Se a nidação for bem sucedida iniciará a gestação do embrião. Se não for bem sucedida, o blastocisto será eliminado na menstruação Formação dos Anexos Embrionários: O embrião continua o seu desenvolvimento com a formação do cório, do âmnio, do alantoide e do saco vitelínico, cujas funções são proteger, nutrir e realizar as trocas entre o embrião e meio externo, através do corpo materno Organogênese: formam-se os folhetos embrionários, que são camadas de células que originarão os tecidos e órgãos do embrião. O processo de formação dos órgãos recebe o nome de organogênese. Fonte:www.todamateria.com.br/desenvolvimento-embrionario-humano/
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Seleção Sexual é um caso especial de seleção natural.
Seleção sexual age na habilidade de um organismo de obter (geralmente de qualquer maneira!) ou copular com um parceiro.
Seleção faz com que muitos organismos cheguem ao extremo por sexo: pavões, mantêm rabos elaborados, elefantes marinhos, brigam por territórios, moscas da fruta fazem danças e algumas espécies entregam presentes persuasivos. Afinal de contas, qual grilo Mórmon (imagem acima) fêmea poderia resistir ao presente de um úmido pacote de esperma? Indo ainda mais ao extremo, a aranha viúva negra, macho, literalmente se arremessa nas garras da morte para conseguir acasalar.
Seleção sexual é frequentemente poderosa o bastante para produzir características que são prejudiciais à sobrevivência do organismo. Por exemplo, penas da cauda ou barbatanas coloridas e extravagantes que provavelmente atrairão tanto predadores tanto quanto membros do sexo oposto.
Está claro o porquê a seleção sexual é tão poderosa quando consideramos o que acontece com os genes de um individuo que vive até uma idade avançada sem nunca conseguir um parceiro: não deixar descendentes significa não deixar genes na próxima geração, o que significa que todos aqueles genes para viver uma vida longa não são transmitidos para ninguém! A aptidão desse individuo é zero.
Seleção é uma via de duas mãos.
Seleção sexual geralmente trabalha de duas formas, apesar de em alguns casos nós vermos papéis sexuais revertidos:
Competição masculina
Machos competem por acesso às fêmeas, pelo tempo acasalando com elas e até para ver o esperma de quem chegará a fertilizar seus óvulos. Por exemplo, libélulas machos limpam o esperma rival do trato reprodutivo feminino quando acasalam.
Escolha feminina
Fêmeas escolhem os machos com os quais acasalar, por quanto tempo copular e até qual esperma fertilizará seus óvulos. Algumas fêmeas podem retirar o esperma de um parceiro indesejado.
Fonte:http://www.ib.usp.br/ (integra).
domingo, 4 de setembro de 2016
Reprodução é o processo pelo qual os seres vivos produzem seus descendentes.
Reprodução assexuada: Seres vivos produzem clones ou cópias de si mesmo sem alteração genética.Somente haverá variabilidade genética quando houverem mutações ou alterações no DNA.
Cissiparidade ou divisão bináriaDivisão do organismo em duas células bastantes semelhantes. Ocorre em microrganismos como, protozoários, bactérias e cianobactérias (cianofícias/algas azuis) clorofilado, autótrofo e aquático.
FragmentaçãoOrganismo produzem descendentes através de partes (fragmentos) que se desprendem, ocorre em estrela do mar. Gemulação ou brotamento: novos indivíduos se formam a partir de dilatações do corpo chamadas de brotos ou gemas, leveduras, esponjas e cnidários realizam esse tipo de reprodução. Esporulação através da formação de células especiais chamadas de esporos, certos fungos e algumas algas produzem seus descendentes.
Multiplicação VegetativaPlantas podem produzir clones a partir de folhas ou caules.
FissãoAs planárias podem se reproduzir por fissão, ruptura de um pedaço do corpo gerando outro.
Reprodução SexuadaProcesso pelo qual seres vivos originam descendentes geneticamente diferentes. Ocorre em inúmeras formas de seres vivos, sendo sua principal característica a formação, por meiose, de gametas. Algas, fungos, plantas e animais realizam esse processo. Os gametas nos animais são formados nas gônadas. (Ovário e Testículos). Ovário- óvulos,Testículos- Espermatozoides.Os Organismos unissexuados ou dioicos apresentam sexos são separados, machos com testículos e fêmeas com ovários.
Hermafroditas ou monoicos- o indivíduo apresenta os dois sexos, possui as duas gônadas (ovário e testículos) e produz gametas masculinos e femininos. Hermafroditismo em certos seres vivos é reconhecido como natural, caso dos vegetais e minhocas (Anelídeos).No caso humano o hermafroditismo não é uma regra, os sexos são separados, mas pode acontecer.
domingo, 21 de agosto de 2016
Plasmodium, versátil parasita.
O Plasmodium falciparum, causador da forma mais agressiva de malária, é um parasita versátil. No organismo hospedeiro, o protozoário se instala inicialmente nas células da pele e do fígado, onde amadurece e se multiplica, antes de ganhar a corrente sanguínea e invadir os glóbulos vermelhos do sangue (hemácias). É dentro das hemácias, no entanto, que o parasita executa proezas que lhe permitem se manter vivo e se livrar do lixo tóxico que ele próprio produz ao se nutrir. Em um artigo publicado no final de fevereiro na revista Scientific Reports, pesquisadores ingleses e brasileiros coordenados pela bioquímica Célia Garcia, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP), descreveram uma nova estratégia bioquímica usada pelo parasita para eliminar esses resíduos e, assim, sobreviver e amadurecer no interior das hemácias. Segundo eles, o mecanismo identificado agora, além de outro já conhecido há algum tempo, pode ampliar as perspectivas de se desenvolverem novas estratégias de combate à malária.
A equipe de Célia investiga, há pelo menos duas décadas, o que acontece com o plasmódio depois que ele se instala nos glóbulos vermelhos. Nesse período, ela e sua equipe verificaram que um dos segredos que possibilitam ao parasita sobreviver dentro das hemácias está relacionado ao modo como ele as invade. Em vez de perfurar a membrana, o plasmódio apenas a empurra. Como é elástica, a membrana se deforma e o envolve, criando ao seu redor uma bolsa em que a concentração de cálcio é mais elevada do que no interior da célula e mimetiza a do plasma sanguíneo — o cálcio é um elemento importante para a sobrevivência do parasita. O Plasmodium então se multiplica e passa por três fases de desenvolvimento. Após 48 horas, milhares de cópias do protozoário atingem o mesmo grau de maturidade entre si e rompem os glóbulos vermelhos, partindo para a invasão das hemácias sadias. Em estudos anteriores, o grupo da bioquímica também havia constatado que o ritmo de amadurecimento do parasita era regulado por um hormônio produzido pelo organismo do hospedeiro, a melatonina, que nos mamíferos controla os ciclos de sono e vigília.
O protozoário sobrevive no interior das hemácias se alimentando da hemoglobina, a proteína responsável pelo transporte de oxigênio e que dá a cor vermelha ao sangue. Há algum tempo se sabe que para isso o parasita produz uma enzima que quebra essa molécula em partes menores, os aminoácidos. Desse processo, explica Célia, resulta uma molécula chamada heme, que, se não for eliminada, pode atingir concentrações tóxicas e lesar as células e o próprio parasita que a produziu. Na década de 1980, pesquisadores constataram que ao longo de sua evolução o P. falciparum desenvolveu ao menos uma forma de se proteger dessa substância tóxica, transformando-a em um polímero inofensivo, a hemozoína. Esse mecanismo é hoje o principal alvo da cloroquina, o antimalárico mais usado no mundo. Ao impedir a formação desse polímero, a cloroquina inibe o crescimento e a reprodução do parasita no interior das hemácias. O problema é que nas últimas décadas o medicamento vem perdendo eficácia contra o plasmódio, sobretudo na América do Sul e no Sudeste Asiático. Em 2010, o grupo de Célia observou que outro mecanismo – comum no organismo de mamíferos, mas até então desconhecido em Plasmodium – também permite ao protozoário neutralizar o grupo heme. Em um estudo publicado na revista Cell Biology International, os pesquisadores da USP verificaram que o parasita produz uma enzima chamada heme-oxigenase, que converte o heme em biliverdina, molécula que não é tóxica em baixas concentrações. A partir de certos níveis, porém, a biliverdina pode se tornar nociva para o protozoário. “Converter o heme em biliverdina, em vez de transformá-lo em um polímero, pode representar um risco à sobrevivência do parasita dentro dos glóbulos vermelhos”, diz Célia. Os pesquisadores não sabem em que circunstâncias o plasmódio age por uma ou outra via para neutralizar os compostos tóxicos. Uma hipótese, segundo Célia, é que a segunda estratégia desaceleraria o ciclo de vida do parasita, reduzindo seu metabolismo e a produção dessas substâncias nocivas.Leia na integra: http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/07/14/a-faxina-do-plasmodium/
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segunda-feira, 4 de abril de 2016
Caboclinhos, um caso de especiação.
O material genético e a aparência física de 11 espécies de caboclinhos, pequenas aves de áreas abertas da América do Sul que comem sementes e pertencem ao gênero Sporophila, o mesmo de seu primo curió, contam uma história evolutiva singular, ainda em construção, difícil de ser flagrada. Estudos recentes feitos a partir do sequenciamento de diferentes trechos de seus genomas indicam que oito dessas espécies – justamente as que devem ter se originado há menos tempo e vivem próximas entre si, partilhando, às vezes, um mesmo hábitat – conservam um DNA extremamente parecido, indistinguível para fins de identificação taxonômica. Segmentos do genoma de uma espécie se encontram misturados ao de outra espécie, formando um mosaico molecular.
Ainda assim, os machos de cada espécie apresentam diferenças nítidas em sua morfologia, em especial no padrão de cores e de emissão de sons. “A plumagem e o canto nas aves evoluem de forma mais rápida do que a maioria das diferenças genéticas”, diz Luís Fábio Silveira, curador da seção de Ornitologia do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP), autor de trabalhos recentes com os caboclinhos ao lado do biólogo evolutivo argentino Leonardo Campagna, que faz estágio de pós-doutorado no Laboratório de Ornitologia da Universidade Cornell, Estados Unidos. Apenas as três espécies mais antigas, o caboclinho-de-peito-castanho (S. castaneiventris), o caboclinho-lindo (S. minuta) e o caboclinho-comum (S. bouvreuil), acumularam diferenças significativas em seu DNA a ponto de os exames moleculares serem capazes de diferenciá-las entre si e das demais.
A dupla de pesquisadores acredita estar diante de um caso complexo de especiação em curso, processo evolutivo em que, a partir da população de uma hipotética espécie ancestral, surgem outras espécies. “Essa é uma história que está em construção há poucos milhões de anos”, afirma Campagna. Por ora, os estudos genéticos e as análises sobre a morfologia e a distribuição geográfica das espécies permitem traçar um cenário aproximado da provável história evolutiva dos caboclinhos da América do Sul. O gênero Sporophila, que literalmente significa comedor de sementes, compreende atualmente 38 espécies. Após a subida do istmo do Panamá, evento geológico que conectou as duas metades do continente uns poucos milhões de anos atrás (as previsões variam de 3 milhões a 12 milhões de anos), exemplares de Sporophila se dispersaram pelas Américas Central e do Norte. Silveira e Campagna trabalharam com um subconjunto de todo o gênero, os chamados caboclinhos do sul, as tais 11 espécies.Fonte: Leia na íntegra: http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/10/14/a-origem-dos-caboclinhos/.
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TPM provoca alteração do hálito?
Pensa em saúde da boca e logo vem a sua cabeça que você deve escovar os dentes pelo menos três vezes por dia com pasta, usar fio dental, e ir regularmente ao dentista? Pois é, tudo isso é verdade, mas também podem existir questões que você nem imagina.
Alguns fatores fisiológicos podem atrapalhar a boa saúde bucal especialmente das mulheres. Pode ser difícil ver uma conexão, mas a TPM pode aumentar as chances de ter mau hálito em algumas mulheres, explica a dentista Ana Paula Brugnera.
"Além da TPM influenciar na produção hormonal, ela é um fator de tensão emocional e estresse. Esse fator diminui o fluxo de salivação, o que propicia o mau hálito. Durante a TPM também cai a imunidade, o que pode aumentar a proliferação de bactérias", afirma.
TPM- definição rápida.
A TPM ou Síndrome pré-menstrual é o período cíclico que precede a menstruação. Nesse intervalo de tempo, podem aparecer sintomas psíquicos e físicos, que geralmente desaparecem no primeiro dia do fluxo menstrual. Em algumas mulheres, a TPM é interrompida somente com o fim do fluxo. A principal causa da TPM é a alteração hormonal feminina durante o período menstrual, que interfere no sistema nervoso central. Parece haver uma conexão entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, tais como a serotonina. É importante ressaltar que essa síndrome acompanha a menstruação normal da mulher.. Fontes: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/07/22/curcuma-ajuda-a-limpar-os-dentes-veja-mitos-e-verdades-sobre-a-saude-bucal.htm. http://www.gineco.com.br/ Foto quadrinho: http://digofreitas.com/
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domingo, 13 de março de 2016
Eugenia, uma seleção extrema.
Gr- “eu, bem”, e genos- “geração”.
Ramo da Genética Aplicada, foi criada por Francis Galton, em meados de 1880, tinha como principio a procriação entre indivíduos dotados de boas características hereditárias, e condenava o cruzamento entre indivíduos considerados disgênicos ( entre portadores de anomalias e possuidores de características indesejáveis). Defendia medidas restritivas de proibir a reprodução entre possuidores de caracteres deletérios. Estas medidas são classificadas em positivas ( Aconselhamento Genético) e negativas ( Castração). O nazismo defendeu a Eugenia no desenvolvimento de uma raça considerada superior, o que levou a esse ramo da Genética a uma condenação.
Fonte: http://galton.org/ Francis Galton foi um antropólogo, meteorologista, matemático e estatístico inglês. Neto de Erasmus Darwin e Primo de Charles Darwin.
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sexta-feira, 11 de março de 2016
Lagarto que não precisa de sexo.
Desde a década de 1960, cientistas sabem que as fêmeas de algumas espécies de lagartos-cauda-de-chicote do gênero Aspidoscelis precisam tanto de um parceiro macho quanto peixes necessitam de uma bicicleta, ou até menos. Essa espécie do México e do Sudoeste os Estados Unidos, formada exclusivamente por fêmeas, consegue produzir descendentes perfeitos sem o auxílio de fertilização masculina. Mas como essa e outras 70 espécies de vertebrados, que se multiplicam desse modo, conseguem fazer isso sem a monotonia genética e a vulnerabilidade a doenças que muitas vezes resultam da reprodução assexuada? “Isso continua incerto” e “tem sido tema de muita especulação”, relatou uma equipe de pesquisadores que pretendia responder precisamente essa pergunta. Seus resultados foram publicados on-line em 21 de fevereiro no periódico Nature. (A Scientific American integra o Nature Publishing Group). Esses répteis e outras “espécies partenogenéticas são geneticamente isolados”, explica Peter Baumann, pesquisador associado no Instituto Stowers para Pesquisa Médica, em Kansas City, no Missouri, e coautor do estudo. Espécies tão diversas quanto dragões-de-Komodo e tubarões-martelo se produzem assexuadamente se for necessário. Mas outras, como esses pequenos lagartos, não têm escolha. “Eles não podem trocar material genético e essa impossibilidade de intercâmbio gênico é uma grande desvantagem em um meio ambiente mutante”, acrescenta. A menos que um animal seja capaz de recombinar o DNA que já tem, ele produzirá descendentes com um conjunto idêntico de cromossomos, em que qualquer fraqueza genética, como susceptibilidade a doenças ou mutação física, não teria nenhuma chance de ser anulada, ou neutralizada por material gênico externo, de um parceiro. Para saber mais sobre o Gênero Aspidocelis http://www.californiaherps.com/lizards/pages/a.t.munda.html Leia na integra http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/o_sexo_e_desnecessario_para_certos_lagartos.html Fonte. Publicado em Scientific American em 21 de fevereiro de 2010. Loja Segmento
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Vírus da dengue, chikugunya e zika.
Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes, sendo a dengue a mais perigosa. A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte. O chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras. Já a febre por zika vírus leva a sintomas que se limitam a no máximo 7 dias e não deixa sequelas. Não há registro de casos de morte provocados pela doença.
O Aedes aegypti pode transmitir mais de uma doença ao mesmo tempo? Segundo estudos conduzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é possível que um mosquito transmita dengue e chikungunya ao mesmo tempo a um paciente. Ainda não há estudos, porém, que avaliem a possibilidade de o zika vírus ser transmitido simultaneamente aos outros dois vírus.
Quando foi descoberto? O vírus foi identificado pela primeira vez em 1947 em um macaco rhesus na floresta Zika, de Uganda. A partir da década de 1950, foram registradas evidências do zika vírus em humanos em países da África e Ásia. Atualmente, há também registro de circulação esporádica do vírus na Oceania e casos importados foram descritos em países como Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e Austrália.Leia mais: http://www.combateadengue.com.br/zika-virus-saiba-mais-sobre-transmissao-sintomas-e-tratamento/#ixzz3tIj9jUiE
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015
O desenvolvimento embrionário e a formação dos tecidos.
As duas células (espermatozoide e óvulo) após a fecundação formam uma célula, o zigoto, que é uma célula diploide ( 2n) (como o mesmo número de cromossomos de qualquer célula somática da espécie). Formado o zigoto este passa a sofrer sucessivas mitoses, processo denominado de clivagem.
Uma célula forma duas, as duas formam quatro, as quatro formam oito e assim sucessivamente.
Por volta do sétimo dia (na maioria dos animais) pós-fecundação o que se vê é um amontoado de células envoltas por uma membrana translúcida. Cada célula é chamada de blastômero, sendo células totipotentes (ainda não diferenciadas e com a potencialidade de originar qualquer uma das células do corpo animal), e a membrana envoltória é chamada de zona pelúcida. Este estágio do embrião por se assemelhar muito a uma amora é chamado de mórula. Os blastômeros sintetizam um líquido, rico em ácido hialurônico, que vai se acumulando dentro do embrião e por volta do oitavo/nono dia forma-se uma pequena cavidade no interior do embrião, a blastocele. Neste momento o embrião passa a se chamar de blástula ou blastocisto. Posteriormente, a cavidade aumenta e pela expansão interna do embrião a mórula é rompida (blastocisto eclodido). Esta massa celular começa a se dobrar para dentro de si mesma e aí se forma uma cavidade central chamada de gastrocele, neste momento forma-se a gástrula. Nesta fase é possível identificar os dois primeiros tecidos embrionários – ectoderma e endoderma. O ectoderma é folheto embrionário externo e o endoderma o folheto embrionário interno. Um pouco depois, a partir do endoderma forma-se o folheto médio, chamado de mesoderma. A partir daí começa haver diferenciação celular e formação dos tecidos animais. O ectoderma o tecido nervoso e alguns epitélios de revestimento; já do mesoderma origina-se a maioria dos tecidos conjuntivos e musculares; do endoderma alguns epitélios de revestimento. Os tecidos embrionários são três (ectoderma, mesoderma e endoderma) e deles se formam todos os tecidos do corpo animal. Fonte: www.fea.br, imagem:google.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Robert Hook microscópio e descobertas.
Hooke descobriu células vegetais - mais precisamente, o que Hooke viu foram as paredes das células em tecido de cortiça. Na verdade, foi Hooke que cunhou o termo "células": as células boxlike de cortiça lembrou-lhe das células de um mosteiro. Hooke também relatou ter visto estruturas semelhantes em madeira e em outras plantas. Em 1678, depois de Leeuwenhoek ter escrito para a Royal Society com um relatório da descoberta de "pequenos animais" - bactérias e protozoários - Hooke foi convidado pela Sociedade para confirmar a observação de Leeuwenhoek. Ele fez isso com sucesso, abrindo assim o caminho para a ampla aceitação das descobertas de Leeuwenhoek. Hooke observou que microscópio simples de Leeuwenhoek deu imagens mais nítidas do que o seu microscópio composto, mas considerou que microscópio simples difícil de usar: ele chamou de "ofensiva aos meus olhos" e queixou-se que "muito tensa e enfraqueceu a vista."
Relativamente pouco é conhecido sobre a vida de Robert Hooke. Ele nasceu em 18 de Julho, 1635, em Freshwater, na Ilha de Wight, o filho de um clérigo. Ele estava aparentemente em grande parte educado em casa por seu pai, embora ele também servido um aprendizado para um artista. Ele foi capaz de entrar escola de Westminster com a idade de treze anos, e de lá foi para Oxford, onde alguns dos melhores cientistas em Inglaterra estavam trabalhando no momento.
Um biógrafos, escreveu que "Ele era inquieto, Genius incansável ativo mesmo quase até o fim." Ele morreu em Londres, em 03 de março de 1703.
A reputação de Hooke na história da biologia repousa em grande parte sobre seu livro Micrographia, publicado em 1665. Hooke inventou o sistema de microscópio composto e com iluminação, um dos melhores microscópios de seu tempo, e é usado em suas manifestações nas reuniões da Sociedade Real Com isso, ele observou organismos tão diversos como insetos,esponjas,briozoários,foraminífeross e pássaros. Micrographia era um registro preciso e detalhado de suas observações, ilustrada com desenhos magníficos, como a pulga mostrado acima, que Hooke descreveu com desenho magnífico.
Talvez sua mais famosa observação microscópica era seu estudo de fatias finas de cortiça, descrito acima, à direita. Em "Observação XVIII" do Micrographia, ele escreveu:
. . . Eu poderia muito claramente percebe que ele seja todo perfurado e poroso, bem como um favo de mel, mas que os poros da não fosse regular. . . . estes poros ou células,. . . eram de fato os primeiros poros microscópicos que eu já vi, e talvez, que nunca foram vistos, pois não havia se encontrado com qualquer escritor ou Pessoa, que tinha feito qualquer menção a eles antes. .
Fonte:http://www.ucmp.berkeley.edu/history/hooke.html
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Robert Hooke
domingo, 25 de outubro de 2015
Hans Krebs e a respiração celular.
Hans Adolf Krebs, nasceu na Alemanha e nacionalizou-se britânico, foi um dos principais responsáveis por estudos relacionados ao metabolismo celular, a transformação de nutrientes em energia. Foi o descobridor das reações do ciclo do Ácido cítrico, posteriormente denominado de Ciclo de Krebs (1937), em sua homenagem. Descobriu a importância dos Ácidos Tricarboxílicos no processo de respiração aeróbia em mamíferos.Compartilhou com Fritz Lipmann o prêmio nobel de Fisiologia celular ou Medicina em 1953.
Fonte: www.sciencemag.org.
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Respiração Aeróbia.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Coenzima, molécula importante.
É substância orgânica necessárias a ativação de certas enzimas.Várias vitaminas são importantes na ativação das enzimas, sendo definidas como vitais em determinados processos. Uma coenzima bastante citada é a coenzima A, que atua na respiração celular. No ciclo de Krebs, a Coenzima A une-se ao Ácido Pirúvico, dando origem ao acetil coenzima A (acetil CoA), liberando uma molécula de gás carbônico (CO²).
Coenzima A
Reação entre Ácido Pirúvico e Coenzima A.
Imagens Wikipidea.
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Coenzima A
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Conquista da lua, novas e raras fotos.
As imagens históricas de todas as missões tripuladas realizadas entre 1961 e 1972 foram escaneadas e postadas online em um projeto que já dura 15 anos.
Kipp Teague é o fundador do Project Apollo Archive e disse à BBC que "grandes cortes de orçamento" levaram a agência espacial americana a admitir que não tinha os recursos para publicar esse acervo.
Então, Teague resolveu publicar as fotos online.
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151006_nasa_arquivo_apollo_fn.
O homem de Tollund, Otzi o Homem do gelo.
O homem de Tollund viveu durante o século 4 antes de Cristo, durante o período caracterizado na Escandinávia como a Idade do Ferro pré-romana, e morreu com cerca de 40 anos de idade. Ele foi encontrado nu, vestindo apenas um cinto e um gorro, e tinha uma corda amarrada no pescoço, dando indícios que teria sido enforcado em algum tipo de sacrifício religioso.
Novas revelações sobre a famosa múmia pré-histórica
Ele passou cerca de 5 mil anos congelado em uma geleira nas montanhas da fronteira entre a Áustria e a Itália antes de ser encontrado por montanhistas em 1991, estatelado na neve que começava a derreter. Hoje está no aposento refrigerado de um museu na cidade italiana de Bolzano. Desde sua descoberta, a múmia do Homem do Gelo foi estudada de todos os ângulos possíveis. Apenas no último verão, contudo, os especialistas que examinam seu corpo ainda congelado perceberam um indício que sugere uma drástica revisão de sua história: "Otzi" (seu apelido por ter sido achado nos Alpes Otztal) não morreu congelado durante uma súbita tempestade de neve, como alguns especialistas haviam suposto. Na verdade, ele pode ter sido assassinado, vítima de guerra, homicídio ou sacrifício religioso.
Um exame com raio X revelou uma ponta de flecha enterrada no ombro esquerdo do Homem do Gelo, um ferimento que não podia ter sido auto-infligido. A ferida, visível como uma pequena mancha negra sob a pele enrijecida da múmia, passou despercebida em todos os exames anteriores.
Mas quem o matou? Por quê?
Imagens google
http://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/homem-do-gelo.htm
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